sexta-feira, 19 de outubro de 2012

“Eu nunca gostei de gatos, batata frita e nutella, mas gostei tanto de você… eu não sei quando, como, ou o porque disso ter acontecido, só sei que aconteceu, você chegou como quem não queria nada (talvez nem queria mesmo), e foi me conquistando aos pouquinhos, bem aos pouquinhos mesmo, você me conquistou por aqueles detalhes que ninguém repara, aquela gargalhada em uma piada sem graça minha, aquele sorriso lindo em um elogio meu, aquela sua voz doce dizendo que gosta de mim, você foi me conhecendo aos poucos, eu tão cheio de erros, repleto de imperfeições que te desagradavam, e acabou sendo igual você mesma disse: “sabe, a gente gosta do errado”, você foi gostar logo de mim, “o errado que ninguém gosta”, “o idiota que não tem sentimentos”, “o babaca que só sabe usar as pessoas”, -é, eu nunca fui bom e sabia disso- você tinha tanta gente no mundo pra gostar, por que eu? Por que gostar do erro? Qual seu problema? Eu não sei, mas adoro ele, o teu erro virou meu acerto, finalmente alguém me colocou nos eixos, será que foi isso? Eu me sinto diferente, aquela melancolia sumiu, parei com as bebedeiras, parei de querer várias mulheres pra ficar só com você, é todo aquele blá blá blá clichê de um cara apaixonado, mas que droga, não? Eu me esqueci daquela velha “regra” de não se apaixonar, isso é ruim? Bom? Não sei, mas eu to gostando, eu não sei o que a gente tem, mas é uma parada bem legal e eu quero continuar assim, a gente tem muito a se divertir, então pra que falar de amor?” (Eu que nunca gosto de nada, gostei tanto de você)

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