terça-feira, 3 de julho de 2012


“Eu te amo. É, começo assim mesmo, com a última frase que lhe digo todos os dias. Eu te amo. É muito, tanto que nem cabe em mim. Eu te amo quando brigamos e logo depois você já diz que também me ama. Eu te amo quando sinto ciúmes. Eu te amo desde quando acordo até quando vou dormir. Eu te amo em meus sonhos. Eu te amo mesmo sendo chato. Eu te amo. Porque o amor não é coisa que se sente hoje e amanhã nem se sabe. Amor é vida. Nascemos por amor, morremos amando. Eu te amo quando me sacrifico para nada lhe machucar. Como as borboletas amam o dia ensolarado. Como a vizinha ama hipérbole. Como o médico ama o eufemismo para dar notícias ruins. Como os anjos amam o céu. Eu te amo.”

Limites, Carta para um amigo.

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