quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

“Meu inconstante te ama, o que é muito estranho, pois ele não ama nem a mim. O meu riso, que era fingido, também te ama e ele nunca amou outro alguém. Minhas partes que fazem parte da negação de qualquer amor/tentativa de, viram em ti qualquer coisa além, o que torna tudo ainda mais estranho: meu coração sempre foi cego. Nós nos vimos entre os terremotos que passam por aqui e por aí, entre as velocidades aceleradas e outros tempos passados. O que eu era na primeira linha, já deixei de ser. Meu inconstante me chama, sempre me acha, mas, ainda assim, meu inconstante te ama; você é tudo o que ele carrega.” (Camila Costa)

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